Sookie estava determinada a nunca mais se apaixonar por um vampiro, até que precisa hospedar um deles em casa. Ela bem que tenta, mas não consegue ficar longe do envolvente Eric, mostra Procura-se um Vampiro (Benvirá).
Devagarzinho empurrei a porta de meu antigo quarto. Não queria fazer um estardalhaço no caso de meu hóspede ainda não ter levantado. Eric estava vestindo calça jeans, de costas pra mim. Ele não se preocupou em vestir cueca. Perdi o ar. Emiti um som que foi tipo “ops” e me forcei a fechar os olhos.
— Sookie, você está bem? — Eric perguntou.
Fui tropeçando pelo caminho de volta à sanidade, meio tonta de tesão. Ele estava parado bem na minha frente, com as mãos em meus ombros.
— Não quis interromper. Eu devia ter batido antes.
— Você já me viu por inteiro antes.
Mas não a vista traseira, nu em pelo.
Virei nos calcanhares e fui batendo pé até o meu quarto. Entrei no banheiro, arranquei a roupa, joguei-a no cesto. Então entrei debaixo da ducha.
— Deixe que eu faço isso — Eric afastou a cortina e entrou no chuveiro comigo.
Engasguei, por pouco não gritei. Ele tinha tirado a calça. Ele também estava a fim, a fim do mesmo que eu. Enquanto fiquei ali paralisada, em estado de choque, Eric tirou o sabonete de minha mão e ensaboou as próprias mãos, colocou o sabonete no pequeno nicho e começou a ensaboar meus braços, erguendo cada um deles para esfregar minhas axilas, minha lateral, sem encostar em meus seios, que estavam praticamente tremendo como cachorrinhos sedentos por carinho.
Dei as costas para ele, e ele começou a lavá-las. Seus dedos eram fortes e espertos.
Minha libido dava pulos. Será que eu realmente iria em frente? Minha mente estava prestes a ser desligada e meu corpo prestes a assumir o controle. Senti parte de Eric pressionar contra as minhas costas, e ele nem estava tão perto. Afe! Uau. Hummm...
Peguei o sabonete do nicho e ensaboei os dedos. Conforme dei um passo para junto dele, acomodei o “instrumento” para cima, para junto da barriga dele, para que eu pudesse alcançar atrás do seu corpo e botar as mãos naquela bunda linda que ele tem. Ele gemeu e se contorceu. Comecei a ensaboar o seu tórax. Abocanhei seu mamilo direito e chupei. Ele gostou bastante. Suas mãos começaram a se mexer ansiosamente contra qualquer superfície de pele que ele conseguisse encontrar, acariciando e provocando. Mas quando se afastou estava disposto a retribuir, e se ajoelhou. Enquanto sua boca se fechou no meu seio, sua mão se infiltrou entre as minhas pernas. Quando vi, o chuveiro tinha sido desligado e ele estava me secando com uma toalha branca felpuda. Eu o esfregava com outra toalha. Então apenas nos beijamos durante um tempo.
— A cama — disse ele, meio rouco, e eu assenti.
Eric me ergueu e nos enroscamos. Seus dedos e sua boca estavam decididos a explorar a minha topografia, ele pressionava forte contra a minha coxa.
Meu desejo por ele era tamanho que foi até surpreendente que não houvesse chamas estalando da ponta de meus dedos. Curvei-os em volta dele e o acariciei.
De repente Eric estava em cima de mim, prestes a penetrar. Eu me sentia totalmente pronta.
— Minha amante — ele disse com voz rouca e pressionou.
Apesar de não restar dúvidas de que eu estava pronta, eu ardia de tanto desejo.
— Não feche os olhos. Olhe pra mim. Observe — ele disse no meu ouvido, e saiu.
Tentei pegá-lo de volta, mas ele começou a descer pelo meu corpo, beijando-o e fazendo paradas estratégicas. Eu estava pairando nas alturas quando ele chegou lá embaixo. Sua boca era habilidosa, e seus dedos ocuparam o lugar do pênis, e de repente Eric olhou para cima a fim de conferir se eu estava olhando — eu estava —, e então ele virou o rosto para a parte interna da minha coxa, aninhando-se ali. Agora seus dedos se mexiam num ritmo firme, cada vez mais rápido, e daí ele mordeu.
Eu devo ter gemido, tenho certeza de que gemi, mas no segundo seguinte eu flutuava na onda de prazer mais intensa que já senti. E, no instante em que o brilho diminuiu, Eric estava novamente beijando minha boca, daí voltou a penetrar e aconteceu tudo de novo. Seu momento aconteceu logo depois, enquanto eu ainda sentia os tremores. Ele gritou alguma coisa numa língua que eu nunca ouvi e fechou os olhos. Eu nunca tinha transado com outro homem além de Bill, e acho natural pensar nisso, mas a verdade é que foi dolorido pensar no meu antigo status de mulher de um homem só, agora vencido de vez.
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Procura-se um VampiroAutor: Charlaine Harris |
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Romance: ![]() |
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