NOVA Cosmopolitan NOVA COSMOPOLITAN

BUSCAR EM NOVA
NOVA Cosmopolitan NOVA Cosmopolitan

Diário de uma viciada em junk food

Uma leitora confessa cada batata frita e pedaço de chocolate que colocou na boca por três semanas e se entrega à análise de um time de especialistas. Eles fazem alertas, sugerem compensações e entregam um cardápio, com opções tão rápidas quanto, que garante saúde (e até três quilos menos), sem cortar as delícias calóricas. É ler para crer.

Texto Karina Hollo e Carmen Morin / Foto Fabio Heizenreder
Diário de uma viciada em junk food

Que frango grelhado e salada fazem bem à saúde (e às curvas), todo mundo sabe. Mas atire a primeira porção de fritas com catchup quem nunca apelou para um pão de queijo às cinco da tarde naquele dia em não teve tempo de almoçar, recorreu à pizza ou a pratos prontos quando chegou em casa sem forças para nem ao menos descascar uma banana. Isso sem falar que, cá entre nós, dá uma sensação de prazer quase pecaminosa devorar uma caixa de bombons depois de descobrir que vai precisar refazer aquele relatório.

Sim, a junk food existe e faz parte da nossa vida. Não é à toa que as Pesquisas de Orçamento Familiar (POF) do IBGE e do Ministério da Saúde, feitas periodicamente nos últimos trinta anos, mostram que a dieta dos brasileiros contém cada vez mais comidas e bebidas industrializadas, ricas em gordura, sal e açúcar. O consumo de refeições prontas, por exemplo, aumentou 80% desde a década de 70. O de embutidos, 300% e o de biscoitos e refrigerantes, 400%, no mesmo período.

Bem, não é preciso se envergonhar (ou se penitenciar) por cair em tentação vez ou outra. Aliás, confessar suas escapadelas do cardápio de boa moça é o primeiro passo para conseguir conviver com o lado negro dos petiscos sem colocar seu corpo ou sua boa forma em risco. E foi o que fez a paisagista paulista Francine Picardi, 35 anos, que, como toda mulher moderna tem a vida corrida. Ela topou entregar tudo o que passou por sua cabeça e por seu prato durante três semanas e se submeter, então, à análise da nutróloga paulista Cristiane Coelho e do endocrinologista carioca Walmir Coutinho, Presidente da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. O resultado desse corajoso relato, você vê a seguir.


LEIA MAIS NESTA REPORTAGEM:
Cardápio realista para mulheres de verdade
Páginas:
Rede MdeMulher
publicidade | anuncie
publicidade | anuncie