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O sabor amargo da diabete

Bolos, pavês, trufas... Essas e outras delícias estão sob suspeita quando se fala de diabete tipo 2. Se quer ficar longe do mal, que ataca mais as mulheres, aproveite o começo do ano para rever tudo o que coloca na boca.

Texto Angela Senra e Karina Hollo / Foto Medioimages (Getty Images)
O sabor amargo da diabete

No início do ano pipocam convites para festas e happy hours com todo tipo de comidas gostosas e calóricas... É só por não querer ganhar quilos extras que você deve maneirar? Ou o excesso de doçura e gordura pode deixá-la doente? A segunda resposta é sim. Apesar de as chances de desenvolver diabete — distúrbio metabólico causado pelo aumento da glicose no sangue — crescerem apenas após os 35 anos, o que você faz agora é determinante para não engrossar estatísticas assustadoras: já são 246 milhões de diabéticos no mundo, e estima-se que a cada cinco segundos alguém entre para o grupo. Por aqui, segundo o Ministério da Saúde, a doença atinge 6 milhões de brasileiros, sendo 90% dos casos do tipo 2. A boa notícia: diferentemente da diabete tipo 1, este pode ser prevenido ou adiado por muitos anos, se você se cuidar. A má: ataca mais as mulheres, conforme pesquisa do Ministério da Saúde em todo o país.


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