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Palavra-Chave pesquisa

A profissão influencia a performance sexual?

postado por | 8 maio, 2012

Foto: Nick Onken

A profissão influencia a performance sexual? Talvez, sim. Pelo menos segundo o site americano Red Book, que fez uma pesquisa com 400 mulheres casadas para descobrir como os são seus maridos na cama — e dividiram os resultados pelas profissões que eles ocupam:

Artistas
- 45% das esposas disseram que eles são os melhores amantes que elas já tiveram.
- 73% deles satisfazem completamente as suas companheiras.

Trabalhadores da construção civil / Empreiteiros
- 58% fazem sexo mais de uma vez por semana.
- 30% das esposas gostariam que eles fossem mais delicados.
- 60% gostam de fazer sexo oral.

Caminhoneiros / Mecânicos
- 61% das esposas dizem que eles fazem o melhor sex oral que elas já receberam.
- 47% fazem sexo mais de duas vezes por semana.
- Mais de 33% dormem logo depois do sexo.

Donos de pequenas empresas
- 46% estão dispostos a testar posições e sex toys.
- 36% fazem sexo mais de duas vezes por semana.

Engenheiros e arquitetos
- 71% fazem questão de saber se suas esposas estão satisfeitas.
- 92% fazem preliminares — mas 12% dizem que isso dura uma eternidade.

Gerentes / Supervisores
- 45% dormem de conchinha depois do sexo
- Apenas 29% aceitam um não da parceira se eles estiverem a fim de sexo e elas não.

Policiais e bombeiros
- 81% das parceiras dizem que eles fazem questão de deixá-las completamente satisfeitas.
- 84% das esposas dizem que a vida sexual é excelente.

Vendedores
- Os mais dispostos a fazer sexo todos os dias.

A pesquisa completa você vê aqui, em inglês.

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Ter um cachorro no escritório dimiui o stress

postado por | 23 abril, 2012

Foto: Nick Onken

Se você adora cachorro, aí vai a boa notícia: uma pesquisa da Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, descobriu que ter um pet no ambiente de trabalho pode diminuir o stress e aumentar a satisfação dos profissionais com o próprio emprego. Sim! Para chegar aos resultados, os pesquisadorespedriam para que funcionários de uma empresa da Carolina do Norte preenchessem questionários contando como se sentiam nos dias em que havia um cachorro no ambiente e nos dias em que não existiam animais por perto. Os cientistas também colheram amostras de saliva dos participantes para verificar os níveis de tensão. E os resultados mostraram que a tranquilidade reina quando há um cãozinho por perto esperando por um cafuné. Eu só fiquei com uma dúvida: e como reagiria o pessoal que não gosta (ou morre de medo) de cachorro? Aposto que os níveis de tensão deles iriam para as alturas.

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Falta de homens influencia o salário das mulheres

postado por | 10 abril, 2012

Foto: Noel J. Federizo

Se você vive em um lugar com poucos homens namoráveis disponíveis, saiba que isso não é tão ruim assim. Uma pesquisa da Universidade do Texas e São Antonio revelou que quando as mulheres têm poucas opções de parceiros acabam investindo mais pesado na carreira — o medo de não conseguir bancar uma família sozinha faz com que elas procurem empregos mais lucrativos, mesmo que tenham que deixar a vida pessoal um pouco de lado para isso. Resultado? Os salários são bem mais altos do que os das profissionais que moram em lugares com muitos solteiros.

Concorda com a pesquisa?

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Mulheres estão mais satisfeitas com a carreira do que os homens

postado por | 5 março, 2012

Foto: Nick Onken

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a consultoria Accenture fez uma pesquisa com 3.900 profissionais de 31 países (inclusive o Brasil) para saber se o pessoal estava, ou não, satisfeito com o trabalho. E eles descobriram que as mulheres estão um pouquinho mais felizes com o emprego que têm hoje do que os homens: 43% delas estão contentes com o cargo atual e não querem mudar por enquanto; entre os homens, esse percentual é de 41%. Além disso, os estudiosos notaram que, para as mulheres, as responsabilidades familiares pesam muito mais: 23% delas acreditam que a família pode atrapalhar o desenvolvimento profissional; apenas 17% dos homens concordam com isso.  E a maternidade também pode ser um problemão: 31% das mulheres dizem que a carreira desacelerou desde que se tornaram mães; somente 23% dos homens têm a mesma sensação.

E você, concorda com a pesquisa?

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O que não dizer quando você chegar atrasado

postado por | 1 fevereiro, 2012

Crédito: Nick Onken

Confesso que eu me atrasei hoje. E lembrei de uma pesquisa feita pelo site americano CareerBuilder com mais de dez mil pessoas mapeando as explicações mais usadas pelos atrasadinhos. O trânsito é campeão, com 31%. Depois: sono (18%), mau tempo (11%) e filhos (8%). Até aí, tudo bem. Mas o interessantes são as justificativas bizarras — e verdadeiras, de acordo com os estudiosos. Olha só:

- “Meu gato ficou com soluço”

- “Achei que tivesse acertado os números da loteria”

- “Fiquei distraído vendo o Today Show”

- “Meu colega de quarto cortou o fio do meu carregador de celular e meu despertador não tocou”

- “Achava que o tempo que levava de casa até a empresa já contava como horário de trabalho”

- “Uma raposa roubou as chaves do meu carro”

- “Minha perna ficou presa entre o vagão do metrô e a plataforma”

- “Fui fazer entrevista de emprego em outra empresa”

Qual a desculpa mais inusitada você já deu?

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Trabalhar em grupo pode diminuir seu QI

postado por | 26 janeiro, 2012

Crédito: Nick Onken

Eu, que vivo trabalhando em grupo, confesso que fiquei um pouco assustada quando li uma pesquisa da Virginia Tech, nos Estados Unidos, que afirma com toda a convicção que solucionar problemas em equipe pode diminuir os níveis de inteligência de uma pessoa. Os cientistas fizeram testes em duas etapas: primeiro, pediram para que cada participante resolvesse um problema individualmente. A partir das notas obtidas, selecionaram os voluntários com QIs mais altos e fizeram com que eles entrassem em grupos para resolver outro problema. O resultado? Os participantes cometeram muito mais erros nessa segunda experiência e, consequentemente, tiveram notas menores de QI. O pior: as mulheres sofrem mais do que os homens com a queda de QI.

Concorda com a pesquisa?

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Qual é o emprego dos seus sonhos?

postado por | 6 janeiro, 2012
emprego dos sonhos

Foto: ThinkStock

A revista Cosmopolitan da Austrália fez a pergunta do título às suas leitoras. Ser editora apareceu no topo da lista. Fiquei curiosa para saber se os empregos dos sonhos de nossas leitoras brasileiras coincidem com a lista da Cosmo australiana:

1 – Editora

2- Personal Stylist

3- Empresária

4- Publicitária

5- Fotógrafa

6- Psicóloga

7- Estilista

8- Apresentadora de TV

Qual o emprego dos seus sonhos? Você está trabalhando com o que sempre sonhou?

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Brasileiras são mais ambiciosas do que americanas

postado por | 23 dezembro, 2011

Crédito: Nick Onken

Você quer alcançar um alto cargo? Se for brasileira, sua resposta provavelmente será sim. E nós somos bem mais ambiciosas nesse quesito do que as americanas, segundo uma pesquisa do Center for Work-Life Policy, dos Estados Unidos, feita com quatro mil profissionais do Brasil, EUA, Índia, China, Rússia e Emirados Árabes.

Os estudiosos descobriram que 80% das mulheres brasileiras com formação superior querem ocupar uma alta função — entre as americanas, essa porcentagem é só de 52%. E as brasileiras também se consideram mais ambiciosas: 52% dizem que têm, mesmo, tudo a ver com esse adjetivo.  Os cientistas acham que esses resultados estão relacionados com a economia: o Brasil passa por um bom período e os Estados Unidos ainda estão se recuperando dos efeitos da crise econômica. E isso, claro, interfere no lado psicológico dos profissionais.

E você, tem muita ambição?

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O trabalho pode ser tão viciante quanto o álcool

postado por | 25 novembro, 2011

Crédito: Blend Images / Alamy

Se o trabalho é tão importante em sua vida que você nem consegue fazer atividades que não estejam relacionadas à sua carreira quando tem um tempinho fora do escritório, cuidado. Você pode ter se tornado um workaholic. E isso não é tão incomum assim. O psicólogo britânico Mark Griffiths, da Nottingham Trent University, tem uma pista de por que isso acontece. Ele descobriu que o trabalho pode ser tão viciante quanto o álcool, as drogas ou o jogo. Segundo ele, qualquer atividade que se torne prioritária demais para a vida de uma pessoa tem potencial para se transformar em um vício. E, como o trabalho é cada vez mais importante para as pessoas, talvez tenhamos uma epidemia workaholic por aí.

O que acha da descoberta?

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Stress é contagioso

postado por | 10 novembro, 2011

Foto: Karine Basilio

Se você fica ao lado de um colega nervosinho, cuidado! Ele pode transmitir para você o vírus do stress. A professora Elaine Hatfield, da Universidade do Havaí, descobriu que a irritação de uma pessoa pode contaminar todo o ambiente de trabalho. E pior: as mulheres são mais suscetíveis a isso do que os homens.  A estudiosa diz que isso acontece porque nós somos mais sensíveis e tendemos a perceber na hora como está o humor dos nossos colegas e chefes.

Concorda com a pesquisa?

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Elisa Tozzi

Não sou workaholic e fico muito frustrada se o trabalho não deixar que eu viaje, passe a noite assistindo a um filme ou fique o fim de semana inteiro sem ligar o computador. Afinal, toda mulher, por mais ambiciosa que seja, precisa de um equilíbrio entre carreira e vida pessoal – e de meia horinha por semana para escapar do escritório e... fazer as unhas!

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