Mais um capítulo da novela Gisele Bündchen. Hoje, o Conar, Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária, recomendou o arquivamento do processo contra a propaganda da marca de lingeries Hope, estrelada por Gisele, que está sendo processada pelo governo. O relator do processo afirmou que a peça não deveria ser censurada porque usa estereótipos que não desmerecem a condição feminina. O governo ainda pode recorrer da decisão.
Na campanha, La Bündchen usa todo o charme feminino para avisar o maridão que estourou o limite do cartão, bateu o carro, e que terá que hospedar a sogra. Ela fica só de lingerie para dar as péssimas notícias ao companheiro que, certamente, não teria coragem de gritar ao ver um corpão daqueles. A Secretaria de Políticas Para as Mulheres não gostou nada do material e queria tirar a campanha do ar. O argumento é que o anúncio estaria promovendo uma visão sexista e equivocada das mulheres. Gisele poderia contra-argumentar dizendo que esse é só mais um dos milhares de trabalhos que ela vive fazendo como modelo — e que não tem nada de errado em as mulheres usarem da sedução para amolecer seus namorados.
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NOVA COSMOPOLITAN



































