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Palavra-Chave coração partido

Síndrome do coração partido existe!

postado por | 12 janeiro, 2012

Quando tudo dá errado no relacionamento, como realmente fica nosso coração? Foto: Chris Clinton

Geralmente nós mulheres acreditamos que um coração partido só pode ser curado com uma boa dose de chocolates, filmes melodramáticos, certa obsessão com as futuras piriguetes (sim, as próximas nunca serão mais do que isso!), ombro de amigas e falas do tipo: “Você está melhor assim” — talvez até alguns bons drinks! Porém, o que pesquisadores de um Centro Médico Israelense descobriram que o “coração partido” é realmente uma ocorrência e a perda de um ente amado pode literalmente matar.

Mais do que isso, de acordo com um estudo da Associação Americana do Coração, quem sofreu a perda fica 21 vezes mais vulnerável a ataques cardíacos nas primeiras 24 horas e mais propensos a comer e dormir mais. O que eles recomendam é que você escute seu coração e procurar um médico. Mas calma, meninas. Não é para ficar de astral para baixo…

O que eu gostaria de propor é só o seguinte: nós já sabemos que a perda ainda pode ocasionar em depressão, ansiedade e até raiva. E agora que a síndrome do coração partido realmente existe. Porém, o que um relacionamento ruim e o amor realmente podem fazer conosco, fisicamente? É interessante pensar… Falamos tanto: “meu coração dói” ou “está machucado”, tudo simbolicamente, claro. Mas será que de fato pode ter um fundinho de verdade?

Bem, fica aí minha pergunta. Acham que o amor mata mesmo?

Solidariedade feminina… você tem?

postado por | 20 junho, 2011
Fotógrafo: Chris Clinton

Fotógrafo: Chris Clinton

Recentemente, uma amiga terminou um namoro longo, de um jeito totalmente inesperado e, de quebra, a menos de uma semana do Dia dos Namorados. Lógico, que ela ficou bem mal. E, nessa hora, decidiu fazer o que qualquer mulher faria: acionar as amigas!

Então, ela mandou uma mensagem para uma amiga do trabalho (que ela vê todo dia!), contando que o namoro havia terminado, que ela estava a fim de sair de casa, ir para a balada: enfim, que queria uma forcinha nesse começo difícil de reaprender a ser solteira.

Mas… minha amiga não recebeu NE-NHU-MA resposta de volta.

(cri cri cri cri…)

Achei o maior absurdo. Primeiro porque elas são AMIGAS, ou seja, atender ao pedido de socorro não é mais do que obrigação!

 Segundo, porque, mesmo se elas não fossem tão próximas, ignorar uma mensagem dessas é ir contra todos-os-princípios da Ética Feminina! Quando uma mulher termina um relacionamento, ela merece a solidariedade das outras. Isso é óbvio.

 Funciona até em uma escala menor. Por exemplo,  você encontra uma desconhecida chorando no banheiro da balada porque o cara que ela gosta acabou ficando com outra pessoa. Primeiro, você vai perguntar porque ela está chorando, depois vai concordar com tudo o que ela disser, vai dizer que ela não merece passar por essa situação, que há outros mil caras melhores (e BEM mais interessantes do que esse Fulano) e que ela era muita areia para o caminhãozinho dele.

Ou, pelo menos é assim que a coisa deveria funcionar…

Vocês não acham, meninas?

A primeira DR a gente nunca esquece

postado por | 23 maio, 2011

Fotógrafo: Saye

Fotógrafo: Saye

O primeiro amor, o primeiro beijo, a primeira vez a gente nunca esquece… muito menos a primeira DR!

No caso da Lara mesmo com a pouca idade, ela resolve ”terminar” o namoro por um motivo pra lá de comum: falta de carinho! E não é isso: ela ameaça seu (ex) amor dizendo que vai arranjar outro namorado ( “o Nando!”). Mesmo pequeninha, dá para ver bem esse lado drama queen que todas nós mulheres temos – mais ou menos exagerado, variando de acordo com a nossa TPM, com as fases da lua, com a quantidade de chocolate disponível…

Mas sabe que no fim ela tem razão? Enquanto a  Lara se descabela, o Tutu continua brincando, cutucando o nariz…

Você tem medo de dizer eu te amo?

postado por | 22 março, 2011

Fotógrafo: Chris Clinton

 

Quem não se lembra daquele paquera da 1ª série que dividia o lanche com você? Ou de quando um colega da sala gritou no meio da turma que você estava namorando, só porque você vivia de mãos dadas com o seu melhor “amigo”? – deixando você vermelha, claro. 

Ainda que não sejamos mais crianças, o amor continua nos encabulando às vezes, principalmente durante a fase da incerteza. Quando ainda não sabemos se somos correspondidos ou não, nossas reações acabam denunciando aquilo o que sentimos. De um jeito ou de outro. 

 Basta ver a cara do nosso amigo Tan Hong Ming no vídeo… 

 Mas, às vezes, mesmo quando você já está junto com a pessoa, ainda fica insegura…Precisa daquela certeza que só o “eu te amo” é capaz de dar. Às vezes, essas palavras já estão entaladas na garganta há um tempão, mas dá medo de assustar a  pessoa amada. E se ele não falar nada de volta? Ou se soltar um “eu também” meio inseguro? 

 Mesmo quando a relação vai bem, às vezes demora um pouco para conseguir colocar o sentimento em palavras… Ou você toma a iniciativa e vê como o gato vai reagir, ou espera até que ele esteja pronto – o que pode demorar… 

 Quando foi a primeira vez que você disse “eu te amo” ou que ouviu isso dele?

Por que se matricular agora em uma aula de dança

postado por | 21 março, 2011

Quem nunca se imaginou no lugar da personagem principal do filme Dirty Dancing? Um verdadeiro clássico da sessão da tarde, que povoou os sonhos de muitas meninas (agora, mulheres) e que até hoje faz muitas de nós cantarem no chuveiro: “I had the time of my liiiifeeeee…” 

Fotógrafo: Chris Clinton

A cena final com o casal de mocinhos Patrick Swayze e Jennifer Grey é inesquecível; mas, Dirty Dancing está longe de ser único. Há vários outros filmes super-românticos nesse mesmo estilo: “Dança comigo?” (com o sempre lindo Richard Gere), “Se ela dança, eu danço”… tem uma lista! 

 A verdade é que não se apaixonar por um parceiro de dança deve ser muito difícil. A dança é, por si só, algo muito envolvente. Ficar tão próximo de uma pessoa, sentir o cheiro, fazer com os que os corpos se movimentem em sincronia… Os dois são obrigados pela música a entrarem no mesmo ritmo e não há como fazer isso sem estarem em sintonia. 

Fora que, para os que são profissionais mesmo, que fazem aqueles saltos espetaculares, viram, desviram, rodam e flutuam no ar, é preciso ter um bocado de confiança no parceiro. Não é com qualquer pessoa que dá para você se jogar, com a certeza de que o outro estará lá, pronto para segurá-la. 

 Não é à toa que muitos casais usam a dança para fortalecer o relacionamento. Acompanhando os passos um do outro, se aproximam, conversam e riem juntos quando saem totalmente do ritmo. E namoram muito, lógico! 

E para que está sozinha, a dança de salão é um excelente teste para conhecer pretendentes e selecionar candidatos a namorados… 

Só fique esperta para não pisar no pé do seu parceiro!

O amor dói?

postado por | 9 fevereiro, 2011

A Juliana Diniz (de Comer, Amar e Viajar) e a Juliana Ali (de Fashion, Sweet Fashion) me mandaram e-mails parecidos: um com um  vídeo sobre o ciclo (às vezes triste) de um relacionamento e outro com uma ilustração fofa sobre coração partido. Veja e, depois, me responda: você acha que todo o amor dói? Até mesmo os correspondidos?

Como curar um coração partido com as Spice Girls

postado por | 19 janeiro, 2011

Girl Power Forever!

Se você tem menos de 30 anos, provavelmente foi fã das Spice Girls. Eu tinha adesivos do quinteto, passava horas ouvindo os CDs, sonhava em ser a Victoria (que, na época, ainda não era Beckham. Dá para imaginar?) e não entendia quem gostava da Melanie C., com seu jeito esportivo e tão pouco glamouroso.

Hoje, quando estava indo para o trabalho, ouvi a música Stop no rádio e meu coração apertou de saudade. OK, as meninas não tinham o melhor som do mundo, algumas mal sabiam cantar, mas elas mudaram minha vida. Juro. Lembra do slogan “Girl Power”? Eu penso nele sempre que passo por uma situação difícil (leia-se: quando o moço que eu gostei me esnobou, quando ele disse que ia ligar e sumiu…). E ajuda, viu? Faça o teste e aperte o play se estiver tristinha porque….

… Ele diz que te ama, mas tem medo de ficar com você

… Ele quer você, mas não toma atitude.

… Vocês terminaram, mas você quer muito voltar

… Ele acha que é bom demais para você

… Ele te quer, mas você tem medo de se machucar

Bárbara dos Anjos Lima

Libriana, gaúcha e viciada em comédias românticas. Ama uma conversa entre amigas – com um drink nas mãos, então, é o programa perfeito! Adora ouvir e contar histórias e sabe fazer piada com (quase) qualquer situação.Mas sabe apenas dar um ombro amigo quando preciso.

Julia Korte

Capricorniana, paulista (embora esteja sempre tentando fugir da cidade!) e uma romântica incurável, apesar de ser pés no chão e um tanto quanto ansiosa, é capaz de mover montanhas pelas pessoas que gosta. Ainda se considera otimista e bem humorada – especialmente com um Cosmopolitan em mãos!

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