
Foto: NOVA
Eu achei que a chegada do Ashley Madison ao Brasil seria o principal acontecimento no mundo da infidelidade virtual. Mas, antes dele, já estrearam por aqui o Second Love e o Ohhtel, todos especializados em casados em busca de uma aventura sexual. Conversando com algumas amigas sobre o movimentado mercado, percebi que nem todas tinham a mesma opinião que a minha sobre esse tipo de traição: eu defendi que se o seu marido ou namorado está cadastrado ali, não há muito o que discutir. O cara só pode estar a fim de pular a cerca. Algumas das minhas amigas acham que não, que existe a possibilidade de ele estar em busca de um flerte virtual apenas (e até de sexo virtual), mas não levar a coisa para o real. É… pensando bem, até pode existir essa chance (ainda que, remota, a meu ver). Mas, e aí, só um flerte virtual não é traição? E sexo virtual? Comecei a perceber que é bem difícil caracterizar o que, afinal, constitui traição na internet. Algumas possibilidades que levantamos:
1-Flerte virtual com desconhecidas
2- Flerte virtual sempre com a mesma desconhecida
3- Flerte virtual com conhecidas (amigas, ex-namoradas, ex-casos etc)
4- Flerte virtual sempre com a mesma conhecida
5- Sexo virtual com desconhecidas
6- Sexo virtual sempre com a mesma desconhecida
7- Sexo virtual com conhecidas (amigas, ex-namoradas, ex-casos etc)
8- Sexo virtual sempre com a mesma conhecida
9- cadastro em um site de encontros para casados
Não chegamos a um consenso sobre quais são traição ou não. Mas concordamos que todas as alternativas merecem, pelo menos, uma DR muito séria. E para você, qual das alternativas configura traição?
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