
Foto: Emmet Malmstrom
a) tarados
b) bizarros
c) modernos
d) bons de cama
Acabei de ler um texto no site The Frisky, no qual a autora conclui que a maioria das mulheres (inclusive ela) assinalaria uma das duas primeiras opções. Eu não tinha parado para pensar sobre isso, mas reparei que eu mesma já reagi com estranhamento diante de brinquedos sexuais masculinos. A primeira coisa que disse quando descobri os fleshlights (aqueles masturbadores em forma de boca, vagina ou anus) foi : “que coisa mais bizarra. Quem gosta disso?”. Puro preconceito, é verdade. Por que as mulheres que se masturbam com patinhos e Hello Kitty são liberadas e ousadas e os homens que curtem a tal boca são bizarros? Mas a verdade é que, até ler esse artigo, acho que eu também assinalaria uma das duas primeiras opções… E vocês, qual alternativa escolhem?
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NOVA COSMOPOLITAN







































Mesmo sem ter um (ainda), é decepcionante ver que as duas primeiras opções seriam as primeiras escolhas. Já saí com garotas que tinham seus próprios brinquedos e não tive a menor encanação. Chegamos a usar na transa, para imenso prazer delas. Infelizmente, mesmo tendo acessórios nas bolsas e gavetas, só de ver algo parecido com os fleshlight, costumam fechar a cara. Ao que parece, a carga de preconceitos sobre homens, nesse sentido, ainda é maior, quando não deveria ser nenhuma para ambas as partes.
Você tem toda razão, atencioso. Depois de ler esse artigo, me dei conta do preconceito bobo. Viva os fleshlights!
bjs
O homem usar na mulher , não sou contra, mas se ele começar a penetra em sí proprio? ai fudeu tudo kkkkkkk.
Prefiro o modo classico, apenas meus dedos, linguas e meu pênis.
tarados e bons de cama…(sem generalizar.. )
Modernos e bons de cama
Concordo inteiramente com Você Atencioso. Vivemos em um mundo de constante modificação e evolução e porque não se adequar a ele? O sexo evolui a medida que o ser humano deixa o preconceito de lado e se entrega inteiramente naquele momento. Liberar-se das amarras é mais prazeroso do que somente testar aquilo que já sabemos. Descobrir novos limites pode ser uma aventura inacreditável, seja homem ou mulher!