Bom dia, meninas!!
Como estão?
Como prometido, hoje vamos visitar uma das capitais mais charmosas do mundo: Londres.
Para ser sincera, não consegui passar mais do que um dia e meio por lá, então tivemos (eu, minha irmã e meu namorado, que estavam comigo) que manter um ritmo de expedição bem vigoroso para conseguir conhecer bastante coisa. Andamos muito, debaixo de chuva, com muito frio, mas valeu a pena: o lar da rainha é realmente demais!
So, let’s get started…
O shuttle que pegamos do aeroporto de Stansted até o centro de Londres nos deixou direto na Baker Street. Soa familiar? Elementar, meu caro. O número 22b desta rua é o lar do detetive mais conhecido de todos os tempos: Sherlock Holmes. Esse personagem foi criado por Sir Arthur Conan Doyle, que publicou as primeiras histórias em 1887. Junto com o Dr. Watson – seu companheiro de todas as horas e também o narrador de suas histórias – Holmes se imortalizou por desvendar crimes e também pela célebre frase dirigida a seu amigo.

A escrivaninha do detetive (Foto: Acervo Pessoal)
Hoje, no número 22b da Baker Street funciona o Museu do Sherlock Holmes, a primeira atração que nós visitamos durante a nossa curta estadia em Londres. É como se você entrasse na casa do detetive: tem o escritório, os quartos e, de quebra, vários objetos que fazem parte das investigações nas histórias. Mesmo que você não seja um profundo conhecedor dos mistérios solucionados por Sherlock, é interessante para ter uma ideia de como era o interior de uma casa no século XIX e tirar fotos incríveis – os chapéus dos personagens e um cachimbo podem ser usados para ajudar a entrar no clima. O ingresso custa 6 £.
Outro museu que deu tempo de dar uma espiadinha é a National Gallery – parada obrigatória para quem gosta de Arte, como eu. Ela abriga uma das maiores coleções de pintura da Europa Ocidental e algumas das obras mais importantes como Girassóis de Van Gogh (1888) e As banhistas de Cézanne (entre 1894 e 1905). A entrada é gratuita.

National Gallery vista de ladinho (Foto: Acervo pessoal)
A National Gallery permeia um dos cenários londrinos mais conhecidos: a Trafagal Square.

O dia não estava dos mais bonitos, mas a Trafagal Square é linda mesmo assim. (Foto: Acervo pessoal)
A coluna Nelson, que se ergue do centro desta praça, foi feita em homenagem a um importante membro da marinha inglesa, Horatio Nelson, que foi morto na Batalha de Trafalgar (daí o nome) durante as Guerras Napoleônicas (1799-1815). Por se localizar bem no coração de Londres e estar tão próxima à National Gallery, essa praça frequentemente sedia importantes eventos artísticos da capital inglesa.
Não muito longe, fica a movimentada Piccadily Circus, no cruzamento entre a Regent Street e a Piccadily Street. Pode-se dizer que ela é uma “espécie” de Times Square londrina. Ela também era cheia de letreiros luminosos e propagandas, que começaram a ser colocados em 1900 – no entanto, agora, apenas um dos edifícios ainda conserva esses anúncios. Mas outras semelhanças com o point nova-iorquino ainda resitem: a Piccadily Circus é o lugar perfeito para comprar ingressos para grandes shows e musicais e fica em um área com muitos teatros, restaurantes e lojas. Dentre elas, a da M&M’s , toda adaptada à personalidades mais ilustres de Londres – olha que demais essa releitura dos Beatles!

M&M's na Abbey Road (Foto: Acervo pessoal)
Por hoje ficamos por aqui, meninas!
See you!
NOVA COSMOPOLITAN






































