Bom dia, meninas!
Tudo bom?
Hoje terminaremos o nosso passeio por Dublin!
Só para esclarecer as dúvidas de algumas leitoras no Facebook: não, Dubin não faz parte mesmo do Reino Unido, desde 1922 – depois de um processo bem longo e complicado de independência. Os países que hoje formam o império da rainha, chamados países britânicos, são: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. (com duas Irlandas, é fácil de se confundir…)
Então, continuando nossa visita à Dublin: seguindo sempre em frente depois de passar pela Trinity College, você sairá na Grafton Street, uma rua famosíssima pelas compras, já que as principais lojas (e as mais caras também) se concentram aqui. Mas, antes desembocar nessa rua, você vai encontrar com a Molly Malone, um dos símbolos de Dublin. Essa escultura foi feita a partir da história contada por uma tradicional canção irlandesa tragicômica, que fala sobre uma vendedora de peixes que morreu muito jovem de uma febre. Essa obra foi inaugurada em 1988 para comemorar o primeiro milênio da cidade.

Molly Malone (Foto: Acervo pessoal)
Percorrendo toda a Grafton Street, você sairá diretamente na entrada do parque Saint Stephen’s Green. Mesmo em pleno inverno, com uma friaca horrível, dei sorte de pegar dias bonitos e ensolarados, por isso, o parque estava cheio! Havia até algumas flores resistindo bravamente ao inverno europeu… olha que lindo! No verão, duvido que exista lugar melhor para um pique-nique.

A primavera que resiste ao frio no Saint Stephen's Green (Foto: Acervo pessoal)

Dentre os celtas estão os gauleses, como o Asterix (Foto: Divulgação)
Se você estiver a fim de um passeio mais cult, vale visitar o National Museum of Ireland, não muito longe da Grafton Street. Ele mostra toda a história do país desde os primeiros vestígios de sua ocupação. O que eu achei mais bacana foi o acervo riquíssimo sobre os celtas, um grupo de povos indo-europeus, considerados os introdutores da metalurgia do ferro na Europa. Dentre eles estão os bretões, os belgas e os gauleses – como o Asterix dos quadrinhos. A entrada é gratuita.
Ainda nessa pegada mais cultural, fui visitar o Dublin Castle – e honestamente, achei que não valeu muito a pena. As instalações não têm nada de superespecial – o passeio valeu mais pelas informações históricas que o guia nos forneceu durante a visita. Mas, para quem quiser se aventurar, o castelo fica aberto de segunda a sábado, das 10 às 16h45. E toda quarta-feira a entrada é free.
Se você ainda tiver um tempinho em Dublin, visite a Christ Church, a principal igreja da cidade, fundada em no ano 1030. Mesmo que você não queira entrar – porque não é de graça – vale a pena dar uma espiada na fachada, que é muito bonita.(Achei um absurdo ter que pagar para entrar em uma igreja, mas tudo bem…) O mesmo vale para a Saint Patrick’s Church, não muito longe dali, que aliás, tem um parque lindo ao lado.

Christ Church (Foto: Acervo pessoal)
Depois de passear taaaanto, hora de aproveitar a vida nortuna de Dublin! No primeiro post eu disse que tinha me surpreendido com o jeito dos irlandeses – muito parecido com o nosso . Pois é, se você for ao Temple Bar, mesmo em pleno dia de semana, vai entender bem do que eu estou falando. Eu fui em uma segunda-feira à noite e garanto que o ambiente não poderia estar mais animado: música ao vivo, irlandeses falando alto, dançando, cantando em coro e bebendo – em abudância. Nem preciso dizer que este pub, o mais tradicional de Dublin, é parada O-BRI-GA-TÓ-RIA, né? Além disso, na rua com jeitinho medieval onde se localiza o Temple Bar, a Fleet Street, tem uma infinidaaaaaade de outros barzinhos. É só escolher o seu!

Fachada do Temple Bar (Foto: Acervo pessoal)
Para um gran finale, visite a Guiness Storehouse, uma das atrações turísticas favoritas da cidade! A cerveja Guiness é sem dúvidas a mais popular do país, ainda que não agrade a todos os gostos, por ser forte e meio amarga… Eu, particularmente, achei uma delícia – dá pra ver na foto, né? Durante a visita, você poderá conhecer de um modo bem lúdico o processo de fabricação da bebida e a história da marca em si. A entrada da Guiness Storehouse custa 14,40 €, mas se você comprar online, sai um pouquiiinho mais barato.

Vai uma Guiness, meninas? (Foto: Acervo Pessoal)
Achei Dublin uma cidade incrível, meninas. Um dos lugares da Europa que eu definitivamente moraria. Ela tem todas as modernidades das grandes metrópoles – boas lojas, restaurantes, vida noturna, cinemas… – mas, ao mesmo tempo não é graaaaande demais. Dá para caminhar pelo centro todo à pé. Quem sabe um dia não passo uma temporada mais longa por lá, né?
Espero que vocês tenham gostado do nosso passeio por esse pedacinho da Irlanda.
Nosso próximo destino? Londres!
Aguadem…
Bye, bye =)
NOVA COSMOPOLITAN






































